FINLÂNDIA E O MUNDO

SOCIAIS-DEMOCRACIAS
Vista parcial da Finlândia

          Finlândia, o 1º país nórdico (norte da Europa) a desmoronar com o socialismo implantado a partir da década de 60.  Este artigo, não é propriamente uma Crônica, mas sim um texto transcrito do Jornal Online, Mises Brasil.  Trata-se de um artigo muito instrutivo, que poucos brasileiros terão lido, razão pela qual, publico neste Blog, para divulgar o quanto for possível, e para que não se perca ao rápido passar dos tempos.


          A manchete do Jornal, estampa o seguinte: "HOJE, A FINLÂNDIA.  AMANHÃ, O MUNDO.  AS SOCIAIS-DEMOCRACIAS EM SEU ÚLTIMO SUSPIRO.  ELAS SE TORNARAM FINANCEIRAMENTE INSUSTENTÁVEIS. - https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=3025
(quinta-feira, 13 jun 2019) - Social democracia é uma ideologia política que apoia intervenções econômicas do Estado).

          A durabilidade de uma social-democracia depende, majoritariamente, de dois fatores:  tanto a tributação quanto a taxa de fecundidade têm de ser crescentes.  A tributação tem de ser crescente porque os gastos sociais são crescentes;  como a população está inevitavelmente envelhecendo - e com isso, utilizando cada vez mais serviços bancados pelo estado social-democrata, como saúde e providência - um volume cada vez maior de dinheiro tem de ser arrecadado.

          Simultaneamente, para que este maior volume de dinheiro possa ser arrecadado, é imprescindível que a população tributada também esteja em crescimento contínuo.  Se a população a ser tributada parar de crescer, a arrecadação tributária irá parar de aumentar.  Na mais benevolente das hipóteses, isto é, se a população tributada for muito produtiva, a arrecadação até poderá crescer, mas o fará a um ritmo muito mais lento, o que já bastará para afetar todo o sistema. 

          Afinal, se a população continua envelhecendo e se aposentando a um ritmo crescente (uma inevitabilidade demográfica), mas o dinheiro necessário para manter seu bem-estar social não está sendo arrecadado no mesmo ritmo, então temos uma irreversibilidade matemática:  faltará dinheiro para as pessoas.  

A Finlândia já chegou lá

          Em 2017, uma reportagem da Bloomberg (jornal online), já relatava que os políticos e economistas do país estavam profundamente preocupados com o fato de que não haverá um número o suficiente de pagadores de impostos no futuro para financiar o estado assistencialista do país.  A Finlândia estava vivenciando uma "escassez de bebês".

          Em 2016, o país teve o menor número de partos em 148 anos - ou desde a grande fome de 1868.  A taxa de fecundidade da Finlândia caiu para 1,57 filho por mulher, e o percentual de pessoas com 20 anos de idade ou menos em relação à população em idade de trabalhar é de 40%.  Era de 60% em 1970.  Ou seja, a base da pirâmide etária encolheu acentuadamente, ao passo que o topo está só aumentando.  Este percentual de 40% é o menor entre todos os países nórdicos. 

          A situação pegou os economistas do país de surpresa.  Eles não só não têm nenhuma solução para isso, como ainda se mostram um tanto desesperados.  Para Heidi Schauman, economista-chefe do Aktia Bank, as estatísticas são "assustadoras".  Como ele próprio explica: 

"Essas estatísticas mostram quâo rapidamente nossa sociedade está mudando, e não temos nenhuma solução para evitar esse fenômeno.  Temos um setor público grande e o sistema precisa de impostos no futuro."

          Ou seja, o governo finlandês fez promessas que não tem como serem cumpridas.  E como as coisas evoluíram?  Pioraram.  As promessas estão agora inviabilizando a própria existência do estado finlandês.  Eis uma reportagem da Reuters (jornal), de março do presente ano (2019). 

O governo de coalizão da Finlândia renunciou na sexta-feira, um mês antes das eleições gerais, afirmando que não teria condições de aprovar um pacote de reformas no sistema de saúde do país, reforma esta que é tida como crucial para garantir a solvência fiscal do governo.

          E o autor da reportagem prossegue falando sobre o inevitável. 

Os sistemas de saúde ao redor de boa parte do mundo desenvolvido estão sob crescente pressão financeira:  as pessoas estão vivendo mais e os custos dos tratamentos estão disparando, ao mesmo tempo em que há menos trabalhadores para bancar um crescente número de aposentados e pensionistas. 

          Por cinco décadas (as sociais democracias nórdicas começaram efetivamente no final da década de 1960, os progressistas louvaram os estados de bem-estar social nórdicos (convenientemente ignorando outros aspectos).  Mas agora a conta chegou. 

          Os países nórdicos, nos quais um abrangente estado de bem estar é a base de todo o modelo social,  estão entre os mais afetados.  Foi prometida uma reforma.  Mas ela não foi aprovada.  A carteira está ficando vazia.  Mas a reforma foi tida como controversa e, na Finlândia, planos para cortar custos e aumentar a eficiência estão parados há anos. 

          "O retrato que eu recebi das forças políticas no parlamento nos últimos dias me forçaram a tirar conclusões.  Não há saída.  Estou extremamente desapontado",  disse aos jornalistas o primeiro-ministro Juha Spila, do Partido do Centro, em uma entrevista coletiva. 

          Eis um grito de desespero.  Tradução:  "Precisamos das reformas já!  Não há alternativa para a Finlândia".  Estamos esperando.  Os eleitores finlandeses também.  O governo tinha como objetivo reduzir dramaticamente o aumento de gastos com o sistema de saúde na próxima década, reduzindo o orçamento para 18,3 bilhões de euros em 2019 contra uma estimativa de 21,3 bilhões. 

          As reformas iriam gerar uma economia porque criariam 18 novas regiões para organizar os serviços de saúde em vez de 200 entidades que atualmente são as responsáveis.  Críticos disseram que a escala da economia projetada não era realista. 

          É possível ver para onde tudo isso leva:  calote.  Não, o governo não irá calotear sua dívida.  Nenhum governo é insano ao ponto de atacar exatamente as pessoas (investidores) que lhe mantêm funcionando.  "Calote", no caso, significa que o governo irá mudar as regras anteriormente acordadas.  Ele irá aumentar a idade mínima tanto para se aposentar quanto para se poder usar os serviços "gratuitos" de saúde.  Irá também diminuir repasses e auxílios.  Inevitável. 
Social democratas
          Outros países nórdicos também já tiveram de lidar com a necessidade de cortar custos.  A Suécia está gradualmente aumentando a idade mínima para se aposentar, e abriu várias partes do seu sistema de saúde para o setor privado em uma tentativa de aumentar a eficiência. 

          A Dinamarca irá gradualmente aumentar a idade de aposentadoria para 73 anos - a maior do mundo - ao mesmo tempo em que está reduzindo impostos, benefícios e o valor do seguro-desemprego, para estimular as pessoas a trabalharem mais. 

          O problema tem sido particularmente mais grave na Finlândia, onde a crise financeira de 2008 - 2009 amplificou os efeitos das mudanças demográficas, como uma taxa de fecundidade em acelerado declínio.  Vários governos finlandeses já tentaram fazer vários e diferentes tipos de reformas no sistema de saúde nos últimos 12 anos.  Todos fracassaram. 

Observe que há um padrão.
1.  Promessas demagógicas.
2.  Taxa de fecundidade em declínio.
3.  Aumento da expectativa de vida.
4.  Déficits orçamentários do governo (gastos maiores que as receitas). 
5.  Promessas de reformas que nunca se concretizaram.
6.  Mais promessas. 

          Dizer o que?  Se eleitores querem promessas, então, como supostamente teria dito Maria Antonieta, "que comam promessas!". 

Será generalizado

          Leva um tempo para que o cenário estatisticamente inevitável se concretize.  Mas irá se concretizar.  Em todo o mundo ocidental.  Idades mínimas para aposentadoria irão subir continuamente.  As prometidas aposentadorias e pensões serão continuamente reduzidas.  Gastos com saúde e educação serão cortados.  Haverá vários tipos de imposição burocrática (uma forma de racionamento) para se utilizar os serviços estatais de saúde.  Remédios deixarão de ser subsidiados.  Vários repasses assistenciais serão cortados, o que inclui subsídios agrícolas e empresariais. 

          Haverá uma busca por culpados quando este calote - sim, é uma forma de calote - ocorrer.  E, em última instância, a menos que haja uma explosão demográfica, nenhuma reforma que não passe pela contínua elevação na idade mínima para se aposentar e nos cortes de benefícios assistenciais será capaz de manter todo arranjo de seguridade social bancada pelo estado funcionando. 

           Em nenhum país do mundo
          Esta é uma forma sutil de calote.  Mas é um calote.  Os países nórdicos já começaram a calotear .  Já estava na hora. 

A fé pagã

          Os modelos de estado de bem-estar foram criados majoritariamente na década de 1960, uma época em que se imaginava que a pirâmide etária sempre seria gorda (muitas crianças e jovens) e fina no topo (poucos idosos).

          Sob esse arranjo, imaginou-se que sempre haveria relativamente poucos idosos (que recebem dinheiro da Previdência e da Seguridade Social), muitos trabalhadores (também conhecidos como "pagadores de impostos") e várias crianças (futuros pagadores de impostos).  Naquele mundo, um estado de bem-estar, embora não fosse uma boa ideia economicamente, ao menos era matematicamente sustentável. 

          Hoje, em contraste, esse mesmo arranjo já se tornou problemático, pois estamos vivendo mais e tendo menos filhos.  Uma fatia crescente de idosos significa mais gastos governamentais com providência, saúde e vários outros subsídios (como remédios), ao passo que uma fatia decrescente de crianças significa menos futuros pagadores de impostos para bancar todo esse gasto com a seguridade social. 

          Consequentemente, todo arranjo social-democrata está sem sustentação.  A tendência mundial é uma crise fiscal de estilo grego.  Milhões de ocidentais irão descobrir, ao envelhecerem, que depositaram sua fé em um deus falso:  o moderno estado social-democrata.  Esse deus irá calotear.

          As promessas dos políticos, em algum momento, irão se revelar desconectadas da realidade fiscal.  Haverá calotes universais em vários programas assistenciais.  Isso tenderá a solapar a confiança nos governos.  Irá também acabar com a legitimidade deles perante os eleitores. 

          "Mas vocês prometeram", dirão os eleitores.  "Desculpe, calculamos mal", dirão os políticos em resposta.  Na Finlândia, isso já começou.  No resto do mundo ocidental, é questão de tempo. 

Moral da história;

          APRENDAM COM A DOR DA FINLÂNDIA !  PENA QUE POUCOS LERÃO ESTE ARTIGO.
FINLÂNDIA


ACHAQUES


Brasil

          Na língua portuguesa existem palavras muito parecidas, mas com significados diferentes.  Não devemos confundir "acharcar"  e  "achacar".   Esses dois vocábulos possuem significados bem diferentes.  ACHARCAR é o ato de encharcar, inundar, alagar.  Exemplo: As chuvas acharcaram o pântano.  E, muito parecido, ACHACAR é um verbo, que pode significar o ato de extorquir (tirar dinheiro de outra pessoa por meio de chantagens).


          Mas, o tema deste momento é: 'ACHAQUES".  Essa palavra pode ter vários sentidos ou significados, dependendo do contexto a ser utilizado.  Achaque, segundo dicionários ou pesquisa no Google, pode significar:  pequena indisposição ou doença sem gravidade;  ou ainda: defeito  moral, vício, furtar, roubar e outras "enfermidades mentais".  Vou apresentar alguns fatos ou contextos, que podem servir para melhor entendimento do que seja "Achaques" na prática, ou seja, um eufemismo para evitar expressões de maior ou mais "baixo calão" (gíria conhecida popularmente).  São apenas 3 ACHAQUES como simples exemplos, além de muitos outros tipos.

Achaque nº 1:
A NEURO CIÊNCIA EXPLICA:
          A Neuro Ciência explica cientificamente o "cabeça feita".  Por exemplo:  Porque, mesmo com tantas provas contra Lula e tantos outros petistas, essa gente não cai na real, como acontece por exemplo com os eleitores de Aécio Neves, que nunca mais votarão nele?

          Por que, com o líder preso as pessoas que são eleitores petistas continuam apoiando os ladrões, comprovadamente condenados em instâncias?  Em duas instâncias no mínimo.  Os estudiosos explicam com a imunização cognitiva.  Cognitiva vem de cognição, que é o processo de aquisição do aquisição do conhecimento e incluindo o pensar, a reflexão, a imaginação, a atenção, raciocínio, memória, juízo, discurso, a percepção visual e auditiva, ao aprendizado, a consciência, as emoções. 

          Envolve os processos mentais que influenciam o comportamento de cada indivíduo.  A imunização cognitiva é um escudo que permite que as pessoas se agarrem a valores e credos, mesmo que fatos objetivos demonstrem que eles não correspondem à verdade.  A pessoa cognitivamente imunizada está no terreno da fé que dispensa o raciocínio lógico. 

          Para ela, argumentos lógicos não tem relevância e então assistimos gente com elevado grau de instrução e inteligente, articulada, que sabidamente não está tomando nenhum proveito material da situação, defendendo em público o indefensável.  Mas como é que essas pessoas chegaram a esse ponto?  Existem pelo menos 5 fases no processo de imunização cognitiva:

1ª fase:
          Isolamento de quem tem opiniões contrárias, protegendo as suas ideias.  A pessoa vai eliminando do seu convívio, ou mesmo da sua atenção, quem pensa diferente.

2ª fase:
          Redução da exposição às ideias contrárias.  Passa a ler e ouvir apenas opiniões na mesma linha dos seus credos.  Nos estados totalitários, é quando a liberdade de expressão passa a ser ameaçada, e quando a imprensa perde a liberdade e quando vozes dissidentes são caladas.  E aí então, os processos educacionais adotam opiniões selecionadas com autores de textos cuidadosamente escolhidos para seguir apenas uma visão do mundo (a militância universitária, a lavagem cerebral nas escolas).

3ª fase:
          Conexão dos credos e emoções poderosas.  Se você não seguir aquelas ideias, algo de ruim vai acontecer.  Lembra?  Se você pecar você vai para o inferno?  Se você não votar nesse candidato, sua vida, suas economias, seus benefícios estarão em perigo.

4ª fase:
          Associação a grupos que trabalham para combater ideias dos grupos contrários.  Isso acontece não só na política, mas até mesmo na ciência, quando métodos de investigação científica focam nas fraquezas das teorias adversárias, ignorando pontos fortes. 

5ª fase:
          A repetição.  Repetição, repetição, repetição.  Cria-se um tema, um slogan que materializa um determinado credo ou visão.  Que passa a ser repetido como um mantra, uma técnica de aprendizado.  O grito: Não vai ter golpe! (por exemplo).  Não é uma criação espontânea.  Não é uma obra do acaso. É pensado, calculado, assim como:  é golpe!  É golpe! É golpe!  Assim como:  ditadura!  Ditadura!  Ditadura!
Idiotas úteis
          Sua repetição imuniza cognitivamente as pessoas contra os argumentos a favor do impeachment, por exemplo.  Os especialistas em psicologia das massas, sabem que nossas mentes evoluíram muito mais para proteger nossos créditos.  O que é para avaliar o que é verdade e o que é mentira. 

          Especialistas em Comunicação constroem retóricas fantásticas, com a intenção de desviar o tema principal, e especialmente imunizar cognitivamente os soldados da causa.  E aí amigo, não adianta mostrar vídeo, mostrar recibo, o cheque, o testemunho do caseiro, a ordem da transportadora, o grampo telefônico.  O imunizado cognitivo está vacinado contra esses fatos objetivos. 

          E naturalmente esse torpor cognitivo não se restringe ao campo político social, econômico ou religioso.  Ele perpassa todas as áreas da vida humana e faz por exemplo que uma pessoa acredite, mesmo contra a razão, que o Brasil é o melhor lugar do mundo.  Que o lulismo erradicou a pobreza.  O Capitalismo é responsável por todos os males do mundo, que Cuba é um modelo de país, e por aí vai. 

          Se você conhece alguém que está entorpecido, incapaz de admitir o óbvio, provavelmente alguém lhe está ministrando fartas doses de imunizante cognitivo, e ele não se apercebe.  Resumo da ópera:  somos uma sociedade doente por causa disso, do que foi exposto.

          Já não tem agora, por exemplo, gente (imunizados cognitivamente), reclamando nas redes sociais, porque a Rota matou 11 bandidos, assassinos, assaltantes.  Estão defendendo bandidos porque estão com a cabeça feita.  Exemplo:  não tem gente que diz que o Cesare Battisti (um italiano membro do Proletários Armados pelo Comunismo, um grupo militante e terrorista de extrema esquerda), gente que diz que ele não é terrorista?

           Ele confessou o crime!  Confessou o crime lá na Itália: - eu menti para os brasileiros.  Ele disse:  eu iludi os trouxas no Brasil!  Trouxas, trouxas, e me deram até "status" de refugiado.  Eu sou bandido, eu matei, eu menti para eles.  Mas eles não acreditam!

          Esses trouxas estão imunizados.  Já tomaram a vacina da imunização cognitiva.  É difícil lidar com essa gente.  Pois não estão dizendo por aí, que o Paulo Guedes (ministro, economista), foi mal no Congresso Nacional?  O Brasil inteiro viu!  Paulo Guedes deu de relho naquela gente lá.  Calou a boca daqueles petistas fanáticos que já disseram:  vamos votar contra, como se fossem aquela turma ali da frente, como se tivessem letreiros luminosos escritos:  VANGUARDA DO ATRASO!

           Essa gente está dizendo que o Paulo Guedes se deu mal!  Paulo Guedes deu de relho naqueles deputados!  Respondeu à altura!  Sim, daquele deputado, chamado Zeca Dirceu!  Olha o pai!  Olha o fruto do pé!  Olha a provocação que a Maria do Rosário fez, tentando tirar o Ministro Paulo Guedes do sério, como quem diz:  me agride que eu quero criar um incidente!  Isso é comportamento de parlamentar?  E tem gente dizendo que o Paulo Guedes se deu mal!  Ora, "vá plantar batatas".

Achaque nº 2:
DILMA E GLEISE HOFFMANN NA RÚSSIA
          Ora, ora, ora...  Olha quem esteve na Rússia;  Dilma Rousseff, acompanhada de Gleisi Hoffmann;  fizeram uma visita secreta à Rússia.  Ambas estiveram em Moucou entre os dias 4 e 5 de junho/2019, para uma reunião "abafada" com o Partido Comunista Russo.  Ou seja, "casualmente" cinco dias antes de Glenn Greenwald publicar a bomba semiótica (Ciência que analisa todos os sistemas de comunicação presentes numa sociedade.) #VazaJato".

          Nenhum veículo de comunicação no Brasil noticiou, nem as comunistas brasileiras anunciaram em suas redes sociais.  Elas só não contavam que fontes russas informariam os brasileiros desta movimentação atípica do Partido Comunista Russo com as Comunistas Tupiniquins. 

          Parece que as coisas começam a fazer sentido, afinal, #Pavão Misterioso trouxe à tona o hacker russo Evgeniy Mikheilovich Bogachev também conhecido como Slavic, o hacker mais procurado do mundo e a serviço do serviço secreto russo.  Uma coisa é certa, nem Dilma nem Gleisi devem saber  falar russo, muito menos efetuar pagamentos em criptomoedas.  Conforme relatado nos posts no Twitter o pagamento feito a Slavic foi de 84 BTC que foram convertidos para US$ 308 mil e enviados para um banco no Panamá, convertido para Ethereum e de lá para contas na Rússia e China.
Brasil e PT

Vejam essa notícia em um jornal russo, no link abaixo:

          Traduzindo:  Em 4 junho de 2019, o primeiro vice-presidente da Duma do Estado Ivan Melnikov e chefe da facção do Partido Comunista do estado Duma Gennady Zyuganov recebeu a liderança do Partido dos Trabalhadores Brasileiro, liderado pela ex-presidente da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff. 

          Durante a reunião, foram discutidos assuntos de cooperação interestadual, interparlamentar e interpartidária entre os dois países.  Notou-se que o Brasil continua sendo o parceiro russo mais importante tanto no continente latino-americano quanto no sistema de política externa em geral.

          Na reunião, ressaltou-se que Rússia e Brasil precisam manter "a atitude positiva que se desenvolveu entre os dois países durante o período em que o Partido dos Trabalhadores esteve no poder".  Pagaremos o grande tributo por nossas boas relações com o ex-presidente do Brasil, o fundador do partido Lula da Silva e você, Sra. Rousseff.  Como presidente, você veio ao nosso país e assinou muitos documentos importantes sobre cooperação em várias esferas, disse Melnikov.

          As partes manifestaram-se a favor de um maior desenvolvimento integral da cooperação e interação entre a Rússia e o Brasil em bases bilaterais e multilaterais, particularmente no formato dos BRICS.  A delegação russa era composta por Dmitrii Novikov, primeiro Vice-Presidente da Comissão de Assuntos Internacionais, e Maksim Shchablykin, membro da Duma do Estado, Coordenador do Grupo Parlamentar de Relações com o Parlamento do Brasil. 

          A delegação brasileira incluiu Gleisi Hoffmann, presidente do Partido dos Trabalhadores do Brasil, secretária-geral do Partido e secretária do Partido em Assuntos Internacionais. 
NOTÍCIA DO JORNAL DA CIDADE (On line) conforme link abaixo:
A conduta temerária e absurda de Dilma e Gleisi na Rússia

A seguir, a notícia do Jornal da Cidade (resumida):
Brasil e PT

          A ex-presidente Dilma Rousseff e sua amiga Gleisi Hoffmann, há poucos dias (4/6/2019), silenciosamente, quase que secretamente, empreenderam uma viagem à Rússia (conforme já noticiado nos parágrafos anteriores).  Descobrimos a peripécia da dupla, graças a um site russo que divulgou extensa reportagem sobre a estada dessas duas senhoras em Moscou. 

          É absolutamente necessário que o governo brasileiro apure quais os assuntos (secretos) Dilma e Gleisi trataram em Moscou.  Se a ex-presidente e a deputada falaram em nome do Brasil, como parece evidenciado, incorreram em prática criminosa.  Evidentemente, se a viagem foi feita de maneira sigilosa, há algo de podre no ar.

FALCATRUAS DO PTAchaque nº 3:
O GRAMSCISMO

          Todos os brasileiros precisam saber o que é o Gramcismo.  É uma tese criada pelo filósofo comunista e marxista chamado Antonio Gramsci, que influencia diretamente na nossa política e cultura.  A tese fala que para implementar o comunismo em uma sociedade, o melhor caminho é ir alterando a cultura e os valores éticos e morais do seu povo.  Pois uma sociedade culturalmente e moralmente fraca é muito mais fácil aceitar revoluções.

          Foi sabendo disso que Antonio Gramsci postulou o conceito de hegemonia cultural, que trata do domínio ideológico de uma classe sobre a outra, trazendo o enfraquecimento do capitalismo, culminando em uma revolução e ditadura comunista.

          Mas de que forma isso impacta na vida de todo mundo? Toda inversão de valores existente hoje no Brasil, implantada pela esquerda é completamente baseada no gramscismo.  Um plano de poder dos comunistas que vem sendo adotado em vários países da América do Sul, como o Brasil, Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, e muitos outros.

          Aqui no Brasil se tornou mais forte no governo de Fernando Henrique Cardoso, quando permitiu a criação do Foro de São Paulo, proposto por Lula e Fidel Castro.  O golpe comunista vem sendo aplicado na sociedade em etapas.  Tudo começa com um governo populista, que implanta assistencialismo, criando bolsas e planos familiares, com o objetivo de controlar a classe pobre e garantir votos de cabresto, na próxima eleição.

          Ainda nessa etapa, os governantes promovem o inchaço da máquina pública com o aumento de cargos públicos, para fidelizar em torno de quatro votos por grupo familiar.  Manipulam os meios de comunicação (jornal, rádio, TV) para que todos recebam dinheiro do governo, ficando assegurada a publicidade oficial, com notícias distorcidas para manipular a massa.  Demonizam as forças armadas, o regime militar, tachando de ditadura, criando uma imagem de inimigo inexistente.

          A corrupção é algo comum no círculo de amigos do governo, que estão protegidos pela impunidade.  A delinquência, a falta de segurança são outros fatores que ajudam a prejudicar os que são contra o sistema.  São criadas leis que prejudicam a ação policial e beneficiam os infratores.  Os mesmos que incentivam a separação entre a sociedade, promovem ocupações de terras públicas e privadas e se beneficiam depois, cobrando aluguel dos pobres que começam a residir nos espaços.

          O nível educacional da população passa a ser muito baixo, para que o povo se mantenha na ignorância sob o controle do Governo.  Ainda na educação, os governantes criam novas universidades, que promovem ensinamentos distorcidos a grupos que sustentam ideologicamente o sistema comunista.

           Há também um aumento abusivo dos impostos que oneram os trabalhadores, dizendo que esse valor é para a redistribuição de riqueza, sendo que na verdade servem para manter os luxos do povo que está no governo.

          A mídia passa a perseguir os empresários nacionais, havendo quebra de muitas empresas e a estatização de outras, assim, a classe média não consegue se organizar com a oposição.  Na segunda etapa há a destruição da classe média.  Ela é culpada pela pobreza dos outros, e pela discriminação.  Os governantes promovem também várias modificações na constituição, criando leis como a lei da mordaça, a lei do aborto, da censura, da legalização das drogas.  A impunidade aumenta e há criação de apenas dois partidos, sendo um dominante e outro de falsa oposição.

          Já na terceira etapa, há a tomada de poder.  Os grupos de choques estarão presentes em atos do governo, coibindo as manifestações da oposição e fim da liberdade de expressão.  Ainda há tempo.  Todo esse domínio cultural marxista que está presente no Brasil precisa acabar.  Essa doutrina ideologicamente perversa pode sim, transformar o Brasil em uma Venezuela.

CORAGEM ! O Brasil que queremos só depende de nós!;

OBSERVAÇÃO:  todos estes comentários, nomeados de "Achaques" foram colhidos através das redes sociais que os divulgam profusamente para compartilhamento.