O LEVIATÃ DA AMAZÔNIA


Ameaça da Amazônia

          Essa palavra, Leviatã, aparece em algumas passagens bíblicas, em forma de parábolas, para significar a perversidade ou as forças do mal.  O símbolo desse mal é a figura de um monstro, semelhante a um dragão.  "Naquele dia, o Senhor castigará com a sua espada o dragão e matará o monstro que está no mar"  (Isaias, 27:1)


          No caso da Amazônia, faço uso dessa metáfora, porque existe uma força demoníaca, um verdadeiro "Leviatã", para se apossar da Amazônia brasileira em detrimento da nossa soberania e do nosso patriotismo em defesa do nosso território.  Ninguém melhor para falar sobre essa ameaça, do  que Dom Bertrand de Orleans e Bragança, descendente da família real brasileira, e que foi reconhecido como autoridade ambiental. 

          Dom Bertrand, em seu discurso no SIPEC (Sistema de Pessoal Civil = órgão da Administração Federal), em São Paulo, no dia 12 de outubro de 2019, fez grave denúncia sobre um golpe socialista (comunista) no Sínodo da Amazônia,  orquestrado por uma conhecida Ordem (conspiração) Mundial.

          (NOTA EXPLICATIVA:  o termo "sínodo" deriva do grego "synodos", que significa "reunião".  O verbo grego synodéo significa "fazer um caminho com alguém".  O Sínodo da Amazônia, é um encontro na região amazônica liderado pelo Papa Francisco (comunista), para tratar de assuntos polêmicos de interesse dos integrantes dessa nefasta e satânica Ordem Mundial).

Vou reproduzir o discurso de Dom Bertrand a seguir:

Dom Bertrand de Orleans e Bragança
Dom Bertrand
          ... "Com muita satisfação eu estou aqui no auditório da SIPEC, e perante esse público que representa o novo Brasil que está voltando.  Quando saímos às ruas, não só bradando "minha bandeira verde e amarela, minha bandeira jamais será vermelha", mas, nós bradávamos também "quero meu Brasil de volta."  O que significa esse "Brasil de Volta?"

          No fundo, é aquela intuição que nós temos de um chamado, de uma vocação que nos foi dada pela divina providência com a Terra de Santa Cruz.  Desse Brasil que foi desviado daquela via histórica para a qual nós caminhávamos seguramente, e é isso que está voltando.  O tema que me foi dado para falar, é o seguinte:  "os verdadeiros interesses por trás da crise da Amazônia".

          - Eu começo contestando o tema. Não há crise na Amazônia.  Há sim, uma ofensiva contra a nossa soberania na Amazônia.  Essa é a realidade!  Eu me recordo de 1990, numa viagem pela Europa, quando essa linha ofensiva já havia começado.  Em todas as palestras que eu fazia, haviam duas perguntas:  como é que eu justificava o genocídio dos índios, e como é que eu justificava quando estavam queimando o pulmão do mundo.

          Com relação ao genocídio dos índios eu respondia: - não houve genocídio dos índios.  No Brasil, as classes, os povos foram se misturando.  É a nossa miscigenação.  Hoje, praticamente 70% dos brasileiros têm sangue índio nas veias, e se orgulham disso, e têm sangue negro nas veias também, e se orgulham disso.  Nós não temos problemas raciais, graças exatamente à caridade cristã que inspirava os nossos primeiros colonizadores. 

          E com relação ao pulmão do mundo, eu respondia que a Amazônia nunca foi o pulmão do mundo, e jamais será.  Agora, que foi eleito um presidente, um chefe de Estado, que corajosamente vai na contramão da agenda socialista, a seita vermelha, e que defende os valores de ordem natural, está havendo uma forte campanha contra a nossa soberania no Brasil. 

          Essa campanha está no Brasil e no resto do mundo, e é contra essa campanha que nós vamos lutar e apresentar qual é a realidade.  Essa campanha chega ao absurdo de apresentar o presidente Bolsonaro como se fosse um novo Nero.  Que, assim como Nero incendiou Roma, o presidente Bolsonaro estaria queimando o "pulmão do mundo".

          Com a realidade sobre a Amazônia, o que há por trás desse recrudescimento, dessa campanha contra o Brasil na Amazônia e como vem se realizando, como nós estamos defendendo?  Qual é a realidade sobre a Amazônia?  A Amazônia é uma joia que nós recebemos dos nossos ancestrais, e nós não podemos ceder nem um milímetro.

          A Amazônia não é o pulmão do mundo, como disse um ministro corajosamente, e como disse o presidente Bolsonaro na ONU.  É preciso saber distinguir entre o bioma amazônico e a Amazônia legal.  O bioma amazônico, é a chamada "Red Forest".  A floresta amazônica, a mata amazônica.  E essa mata continua intacta.  Eu estive há pouco em Manaus, e lá me apresentaram os dados:  o Estado do Amazonas, 97% intacto. 

          E o bioma amazônico, segundo declarações do Franz Graziano, que é entendido, e também David Miranda da Embrapa, 95% desse bioma da chamada Red Forest, estão intactos, mais do que isso, o doutor Rui Vaz Miranda disse recentemente num fórum que nós organizamos em Roma, um estudo a respeito desse problema, às vésperas do Sínodo, para mostrar qual é a realidade do Brasil para aqueles que estavam em Roma sobre o Sínodo, e mostrar como estão vendo uma realidade completamente falsa. 

          O maior especialista em ecologia do Brasil, dizia exatamente que a Amazônia é incendiável.  Pode ser com lança chamas, que não se consegue incendiar a "Red Forest".  A mata amazônica é úmida, é impossível.  Aquilo que acusam o Brasil é impossível de ser realizado, mas faz parte dessa campanha que tinha como lema, mentir, mentir, mentir. 
Red Forest
          E é isso que estão fazendo com a nossa pátria nesse momento.  Por que?  Porque nós temos um chefe de Estado que vai na contramão da seita vermelha que nos dominou durante os últimos decênios, e que defende os valores da era natural, defende a família tradicional, defende a educação como um direito sagrado das família.  

          O nosso ministro Abraham disse recentemente, que a educação não é missão do estado;  a educação é da família.  E como disse o ministro Paulo Guedes, todos esses valores estão voltando, e é contra isso que essa esquerda mundial está furiosa.  Essa imprensa dominada pela esquerda vive criticando, os grandes jornais do Brasil não deixaram passar um dia depois da eleição de Bolsonaro:  primeiro mentiram, mentiram, mentiram, e pouco depois, às vésperas do segundo turno, diziam que qualquer candidato venceria Bolsonaro.  

          Apesar de Bolsonaro ter vencido, eles continuam mentindo, todos os dias, os grandes jornais acusam, ou encontram algum pretexto para mentir e para acusar o nosso governo.  Mas, continuando a respeito da Amazônia, o que houve na Amazônia este ano?  Houve pequenos incêndios, sobretudo nas queimadas.  É preciso distinguir o que é um incêndio, e o que é uma queimada.

          Uma queimada, é algo proposital;  nós temos um sistema arcaico na agricultura, onde o pequeno agricultor  queima para limpar a terra para plantar a próxima safra.  O incêndio é outra coisa;  ou é o fogo que salta à cerro, ou é um incêndio criminoso. 

          Mas, esses incêndios, ficou claro pelas fotografias captadas pela Embrapa, pelas fotografias da NASA, que foram publicadas ao mundo inteiro para mostrar os incêndios, ficou claro que são no sul do Acre, na região de Rondônia;  depois descem para a Bolívia, etc., e chegaram a dizer que aquela nuvem que escureceu São Paulo a um tempo atrás, eram incêndios da Amazônia;  a fumaça da Amazônia.  É pura mentira, um delírio de mentira.  A Amazônia continua intacta.  Continua exatamente 95% como estava quando aqui chegou a esquadra de Cabral em 1.500.  Mas, quem está por trás dessa ofensiva?  Como é que ela vem se realizando?

          São como dois braços de uma tenaz (ferramenta bíblica):  de um lado é o velho LEVIATà(monstro globalizante), que surge e quer fazer da Amazônia a sua primeira vítima.  Esse era o pretexto dos incêndios da Amazônia, alegando o fato de que a Amazônia seria, segundo eles, o pulmão do mundo.  Eles querem fazer da Amazônia a primeira vítima desta mentalidade globalizante, dessa governança mundial que eles querem impor ao mundo, e é uma coisa que não podemos aceitar. 

          Eles têm também certos interesses econômicos escusos que não suportam o progresso à concorrência do Brasil, bem como cobiçam as nossas riquezas.  Nós temos que defender a Amazônia custe o que custar.  Já em 1989 o vice-presidente dos EUA dizia:  ao contrário do que pensam os brasileiros, a Amazônia não é deles, mas de todos nós.

          O presidente Miterrand da França, a mesma coisa:  o Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia;  o tirano Gorbatchov, secretário do partido comunista da Rússia, a mesma coisa:  o Brasil deve delegar parte de seus direitos da Amazônia aos organismos internacionais;  na Inglaterra, a mesma coisa:  o Brasil tem que reconhecer a soberania internacional;  o controle das nações sobre a Amazônia, porque a Amazônia é o pulmão do mundo. 

          Mas, a Amazônia é nossa e só nossa.  E agora nós vimos por ocasião do G20 em Osaka, a chanceler Ângela Merkel, com o presidente Makron da França, enfrentar o Brasil a respeito dos incêndios, e nós vimos pela primeira vez, num Congresso Internacional, o chefe de Estado, Bolsonaro, ter a coragem de enfrentar, e não está pedindo desculpas daquele crime que nós não praticamos, e o presidente Bolsonaro diz claramente o que?

          Ele disse que se trata de uma psicose ambientalista, e não existe incêndio na Amazônia, e que não é mais ameaçada, e não há qualquer risco para a comunidade com a Amazônia.  E ainda, mais recentemente, vimos o firme e irrefutavelmente reiterado em seu primeiro discurso na ONU, o nosso presidente termina lembrando o que?  Esta não é uma organização de interesse global:  é a organização das nações unidas e assim deve permanecer.  

          É exatamente o contrário dessa agenda globalizante que estão querendo impor ao mundo e no nosso Brasil, e querendo fazer da Amazônia a sua primeira vítima.  Além disso existem  todas as ONGS pagas pela fundação Ford e outros interesses do mega capitalismo, que cobiçam as nossas riquezas.  Nós não podemos ceder.  A Amazônia é nossa e só nossa. 

          Mas, como eu dizia, são dois braços de uma "tenaz".  Qual é o outro braço?  Esse a meu ver, é a maior ameaça:  a mais perigosa ameaça é da assim chamada "esquerda católica", e que de fé católica não tem nada e de esquerda tem muito.  De onde surgiu isso?  Surgiu do Vaticano 2º e a "teologia da libertação", que de libertação também não tem nada, porque essa teologia da libertação leva à tirania de esquerdas que é vermelha, ou seja, tirania comunista. 

          Nós absolutamente somos contra.  Já dizia o velho Camões: "inimiga não há mais fera como a virtude falsa da sincera" (Luis de Camões - os Lusíadas).  Quem trouxe o PT ao Brasil?  De onde surgiu o PT?  Onde nasceu o PT?  Não esqueçamos:  na sacristia de Dom Claudio Hummes, quando frade franciscano, pois foi arcebispo de São Paulo, e hoje é o relator do Sínodo da Amazônia, que está se realizando em Roma, e que exatamente é toda essa agenda a propósito dos índios a pretextos dos índios para criar toda uma nova situação para a Igreja, e assim influenciar toda a mentalidade católica, num sentido esquerdista. 

          Um sentido eu diria, anticatólico.  Em Manaus, em sua reunião preparatória para o Sínodo da Amazônia, o Cardeal Claudio Hummes assegurou que não deveremos temer, pois não tocariam em nossa soberania.  Isso é verdade? NÃO!  Na reunião inaugural do Sínodo, o mesmo Dom Claudio, nomeado pelo Papa Francisco, relator do sínodo, a quem deve apresentar o conjunto do Sínodo, o que ele disse?  - "A vida na Amazônia não tão ameaçada quanto hoje". Isso não tem fundamento nenhum.
Comunismo na Igreja Católica
Continuando o que disse esse relator:

          Pela destruição e exploração ambiental, pela violação sistemática dos direitos humanos elementares da população da Amazônia, de modo especial a violação dos direitos dos povos indígenas, como o direito ao território, auto determinação à demarcação de territórios, a consulta ao consentimento prévio, segundo processo de escuta sinodal da população amazônica, ameaça à vida, deriva de interesses econômicos e políticos dos setores dominantes da sociedade atual, de maneira especial de empresas ue de modo predatório, irresponsável, ilegalmente, estão roubando o subsolo e da biodiversidade, muitas vezes com a conivência ou permissividade dos governos locais e nacionais, por vezes até com o consenso de alguma autoridade indígena. 

          Porque de fato os índios não querem o que esse Sínodo quer.  A consulta sinodal registra ainda que as comunidades consideram que a vida na Amazônia está ameaçada.  Não há ameaça nenhuma.  Pelo contrário, o que está se realizando no Brasil é o que todo o mundo quer:?  nós queremos a situação de progresso e desenvolvimento, e os próprios índios dizem: "nós não queremos viver num jardim zoológico humano, nós queremos estudar, queremos plantar, queremos produzir, queremos progresso". 

Mas, o Sínodo continua:

          "A vida na Amazônia está ameaçada".  Isso é o textual na reunião inaugural do Sínodo, e essa é a meu ver, a mais perigosa das ameaças.  Pela criminalização e assassinato dos líderes e defensores do território. - Isso não houve, não está havendo, e não é verdade. 

          Pela apropriação e privatização dos bens da natureza como a própria água.  Que é isso? Problema da água?  Parece até o discurso dos postes, que era preciso armazenas o vento!  Água? A água é um ciclo... - Por concessões de madeireiras ilegais;  pela caça e pesca predatória, principalmente nos rios. - Isso não é verdade; nunca ninguém provou nunca ninguém apresentou nenhuma reportagem dessa caça e pesca predatória nos rios do Brasil.

          Pelos mega projetos hidroelétricos, concessões florestais, desmatamentos para produzir monoculturas, estrada e ferrovias, projetos mineiros e petroleiros... - Quer isso dizer: não se pode construir mais a ferrovia sem autorização dos índios!  Não se pode construir rodovias sem autorização dos índios, aos quais já foi dado cerca de 10% do território nacional!

          Segundo o IBGE, existe na área rural (não é nem na selva como eles dizem);  no Brasil, apenas 123 mil índios.  Na realidade, 50 mil índios na selva;  os 70 mil índios é muita coisa e já tem praticamente 10% do território nacional;  é uma barbaridade, se for contada:  são milhares de hectares por índios nessas reservas indígenas nos quais eles dizem que não se pode tocar sem o consenso prévio das tribos indígenas.

          Nesse simpósio que nós organizamos em Roma, levamos um cacique macuxi (Jonas Macuxi), muito brilhante, que fez uma palestra que dominou o auditório completamente em Roma, apresentando exatamente o que eles querem.  Eles querem o que nós temos de melhor para dar a eles: a fé, a civilização e a cultura.  E assim, abrimos para eles as possibilidades e o verdadeiro progresso, um progresso autêntico. E isso que nós queremos para eles.  No entanto, isso é apresentado como um crime.  E continuou o Cardeal Hummes, com sua falácia:

          Pela contaminação ocasionada por todas as indústrias extrativistas que causam problemas e enfermidades principalmente para as crianças e jovens.  ISSO NÃO EXISTE!  Pode ser talvez, um caso excepcional, mas não é o problema apontado.

          Pelos consequentes problemas sociais associados a tais ameaças, o alcoolismo e violação contra a mulher, prostituição de menores, tráfico de pessoas pela sua cultura hoje na área. - Quer dizer que na área se mantém uma tábua do tempo, da pedra lascada, para sempre?  Exatamente o que os índios dizem:  "não queremos viver num jardim zoológico humano!"

          Pela perda de sua cultura e identidade e idiomas, praticas espirituais e costumes e todas as condições de pobreza as quais estão condenados os povos da Amazônia.  ISSO NÃO TEM FUNDAMENTO!  ABSOLUTAMENTE NENHUM!

          Depois, há um longo trecho desse mesmo discurso do Cardeal Hummes na reunião inaugural do Sínodo, a respeito do tratamento da água, como se fosse acabar a água, e que nós estamos violando os direitos dos índios por causa da água.  Dizem que nós estamos destruindo a Amazônia, e vamos acabar com a água da Amazônia!!! ISSO NÃO TEM SENTIDO NENHUM!  No Amazonas há praticamente mais de 20% da água do mundo!  NÃO VAI ACABAR!

          Mas, eles estão discutindo o nosso futuro.  Eles querem intervir na nossa realidade.  Eles querem uma nova civilização miserabilista.  É o velho esquema da seita vermelha que volta infelizmente, pelas mãos de pastores que não são pastores, que perdem ovelhas.  Foram eles que puseram o PT no poder, e é contra eles que nós temos que lutar.

          A meu ver, é a mais grave ameaça que paira sobre a nossa soberania, pois confundindo questões meramente temporárias com outras religiosas dos quais os pastores não têm nada que ver: a questão da ferrovia, hidrovia, etc., e não têm o direito de intervir nisto.  Segundo a doutrina católica na questão temporal do qual o Estado não tem o direito de intervir a não ser se houvesse uma questão de fé e moral, mas não há...

          Eles estão apresentando uma visão totalmente distorcida e revolucionaria da sociedade brasileira e querem transformar;  perderam nas eleições, o povo se revoltou contra a seita vermelha, mas eles não desistem e querem usar o pretexto da Amazônia para fazer uma nova campanha no Brasil e no mundo, e para levar o Brasil ao regime marxista, igualitário, no qual as riquezas são distribuídas , como se a riqueza igualitária resolvesse algum  problema;  pelo contrário, e a prova está na miséria, as quais chegaram na nações dominadas pelos socialistas.

          Devemo-nos acautelar contra isso, e essa campanha a respeito da questão indígena que começou há muito tempo.  Em 1977, Plínio Corrêa de Oliveira, baseando em farta documentação da CNBB do CIMI (Comissão Indigenista Missionaria), escreveu um livro, em que ele denuncia o que é o tribalismo indígena ideal com o mundo missionário para o Brasil do século XXI.

Tribalismo Indígena(NOTA EXPLICATIVA:  O livro escrito por Plínio Corrêa de Oliveira, cujo título era "Tribalismo Indígena", denunciava o que ele chamou de: Visão romântica da sociedade comunista dos índios primitivos".  Isso, resumidamente queria dizer o seguinte:  no início da colonização dos índios, padres jesuítas como José de Anchieta (1534 Espanha - 1597 Brasil), desejavam civilizar os índios, em sua obra de catequização.

Desejavam trazer os homens para a Igreja, e abrir-lhes as portas do céu.  E salva-los.  Esta era a finalidade da missão, principalmente levar o Evangelho aos índios.  No entanto, posteriormente uma outra corrente de missionários, padres e até mesmo freiras, eram contrários a catequizar e civilizar os índios.  Esses "missionários" (FDPs), achavam que os índios deviam ser deixados em seu estado primitivo, para serem apresentados como tipo humano ideal para o terceiro milênio.  Absurdo esse, que foi denunciado por Plínio Corrêa de Oliveira, em seu livro em 1977.


          E é exatamente isso que agora com o Sínodo da Amazônia que está se realizando em Roma: eles querem voltar a nos impor aqui no Brasil.  NÓS NÃO PODEMOS ACEITAR ISSO.

          E, na continuação dessa batalha, que depois do falecimento de Plínio Corrêa de Oliveira, os seus continuadores (assim domo eu agora, Dom Bertrand), organizam no último fim de semana em Roma, o Convênio Internacional da Amazônia.  Posta em jogo, isto é, nós vamos fazer um trabalho contra essa mentalidade, essa ameaça que vem sobretudo de maus católicos e pastores que estão prevaricando, que estão querendo desviar a nossa santa Igreja Católica, para novamente a teologia da Libertação.  NÓS NÃO PODEMOS ACEITAR.

          A grande batalha contra a utopia da governança mundial está se dando agora com respeito a Amazônia.  Nós temos que estar alertas com isso.  E vejam bem, não é só sobre a nossa Amazônia;  é no mundo inteiro.  O L'Osservatore Romano (Jornal Oficial da Santa Sé), mas que infelizmente está na mão dessa esquerda, essa teologia da libertação, escreveu há pouco um artigo cujo titulo é: "scribe Amazônia se elege Mundo" (se escreve Amazônia, se lê mundo).

          Esse Sínodo que estão organizando é exatamente um pretexto para uma transformação completa da Santa Igreja, e com isso influenciar as consciências das pessoas, para leva-las de volta a esta agenda vermelha.  NÓS NÃO PODEMOS ACEITAR.  A Amazônia é nossa e só nossa.  Nós não podemos ceder nenhum milímetro.

          E qual é o meio?  Mostrando a realidade, e com essa realidade, o primeiro passo concreto, a Amazônia continua intacta;  não está acabando a água do mundo;  a Amazônia nunca foi o pulmão do mundo;  não está havendo queimadas excepcionais na Amazônia.

          O presidente Makron, ou jornais franceses nos acusaram há pouco, que estávamos queimando o pulmão do mundo, etc., etc., e não disse nada sobre as queimadas no território francês que está hoje na América do Sul, que é a Guiana Francesa.  Lá as queimadas foram 101%;  muito mais que aqui. Isso eles não dizem nada.  NÓS NÃO PODEMOS CEDER.

          Então, em primeiro lugar, ver e apresentar essa realidade.  Em segundo lugar, reagir contra essa "Teologia da Libertação", que a propósito da competência que quer uma transformação completa da Igreja Católica, da associação cristã para fazer uma situação igualitária socializante, e acaba sendo uma tirania da "teologia da libertação", que de libertação não tem nada, mas de tirania tem tudo.  É contra isso que nós devemos lutar.

          Os franceses têm uma frase que eu gosto muito: "a história a gente faz ou a padece".  Nós fizemos a história do nosso país há pouco, a partir de 2016 com as grandes manifestações na qual nós bradávamos: "a minha bandeira verde e amarela jamais será vermelha"; "Quero meu Brasil de volta".

          Façamos novamente a nossa história, defendendo a nossa Amazônia, que é um território nosso, e que nos foi dado pela divina providência, joia do Brasil.  Que a Nossa Senhora Aparecida, cuja festa é hoje (12 de outubro 2019), nos dê força, ênfase e resolução para cumprir a nossa missão.  Nós seremos julgados perante Deus e perante o Brasil.  A História do Brasil.

          A grande batalha contra essa governança mundial, com essa dominação do espírito socialista, está se dando no Brasil, mas terá repercussão no mundo inteiro.  Saibamos defender a Amazônia, e que Deus nos ajude a preservar essa herança magnifica que nós recebemos.  Senhores, muito obrigado"
Amazônia

FINALIZANDO:
          Complementando a palestra de Dom Bertrand, acrescento o seguinte:

          Existe uma conspiração mundial, conhecida como Nova Ordem Mundial, cujo objetivo é criar um governo (comunista) mundial.  A intenção nefasta dessa "ordem" composta por homens poderosos, capitalistas mais ricos do mundo, é exercer um controle completo e total sobre todos os seres humanos do planeta, e ainda, reduzir (exterminar) drasticamente a população do planeta.  Resumindo: querem dominar o mundo.  O mundo só para eles, uma ambição satânica.

          Parece uma utopia, mas enquanto isto não se realiza, eles vão promovendo uma baderna em todos os países.  Haja visto, a dominação dos muçulmanos refugiados na Europa, conscientes ou não, colaborando com esses poderosos, que se infiltram como podem em todos os setores da sociedade, através dos chamados pelos russos, de "idiotas úteis".  Se infiltram na religião Católica, com ideologias políticas, etc.  Um termo muito usado, é o globalismo, conforme citado recentemente na ONU por Donald Trump e Jair Bolsonaro.

          Donald Trump, disse nessa oportunidade:  A América jamais será socialista (entenda-se: Comunista).  Todos os acontecimentos que estamos vivendo atualmente, isto é, crises, guerras, badernas, mais parece que estamos vivendo tempos Apocalípticos.  BESTAS NÃO FALTAM.

          Depois, Deus voltará sua atenção para os governantes - os "reis de toda a terra habitada".  Eles serão destruídos junto com os perversos na "guerra do grande dia de Deus, o Todo-Poderoso", também chamada "Armagedom".  - Apocalipse 16:14, 16.
ARMAGEDOM

   

     

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