
No Brasil, a expressão "comuna", é uma forma popular para fazer referência ao comunismo, organização política em que as posses e os meios de produção passam a ser propriedade do governo comunista, onde a cúpula governante vive nababescamente, e o povo, chamado de proletariado, esses vivem controlados, sem liberdade plena, e praticamente escravizados (perdem muitos direitos, inclusive a liberdade religiosa).
A ONU, em princípio foi uma organização criada para garantir a paz no mundo, mas na verdade nunca foi assim. Um exemplo emblemático recente, é a guerra civil da Síria, apoiada pela Rússia, desde 2011. Mas eu não vou dissertar sobre a guerra da Síria, e sim falar sobre a ONU, e para quem ela trabalha, enganando as chamadas Nações Unidas. Em outras palavras, ela colabora com a "Nova Ordem Mundial", indiretamente, pois não foi para isso que a ONU foi criada.
Existe uma conspiração mundial, conhecida como Nova Ordem Mundial, cujo objetivo é criar um governo (comunista) mundial. A intenção nefasta dessa "ordem", composta por homens poderosos, capitalistas mais ricos do mundo, é um controle completo e total sobre todos os seres humanos do planeta, e ainda, reduzir (exterminar) drasticamente a população do planeta. Resumindo: querem dominar o mundo.
Parece uma utopia, mas enquanto isto não se realiza, eles vão promovendo uma baderna em todos os países, não importa os meios. Haja visto, a dominação dos muçulmanos refugiados na Europa, que conscientes ou não, estão colaborando com esses poderosos que se infiltram como podem (disfarçadamente), em todos os setores da sociedade, como por exemplo: na religião Católica, com ideologias políticas, etc. Um termo muito usado, é o globalismo, conforme citado recentemente na ONU por Donald Trump e Jair Messias Bolsonaro em seus discursos.
Quando falam em Socialismo, esse termo é apenas um eufemismo, pois na realidade trata-se do Comunismo. Trata-se também dos interesses da Nova Ordem Mundial.
Ninguém melhor para falar sobre a ONU, que o Dr. Alessandro Loiola, médico, escritor e comentarista no Youtube. Vejam o que ele fala:
... Meus queridos e minhas queridas: 24 de setembro de 2019, foi um dia histórico. É impossível não falar sobre o que o discurso do presidente Jair Bolsonaro na ONU representou, mas para que você entenda direitinho, é preciso que você entenda exatamente o que é a ONU. Então vamos lá:
... ... no começo do século 20, a primeira guerra mundial, gerou 40 milhões de mortos, além de uma epidemia devastadora de gripe e miséria e atrocidades numa escala que até então nós não sabíamos que a humanidade era capaz de produzir. Por causa disso nós chegamos à conclusão que seria necessário alguma ação para evitar que aquele tipo de catástrofe se repetisse.
A resposta veio em 1919 na conferência de paz de Paris, quando 44 nações se reuniram e organizaram um álbum chamado Liga das Nações (uma organização internacional, idealizada em 28 de abril de 1919, em Versalhes, nos subúrbios de Paris, onde as potências vencedoras da Primeira Guerra Mundial se reuniram para negociar um acordo de paz.)
Apesar de ser bem intencionada, a Liga das Nações acabou mostrando ser um fiasco. Na prática não evitou a invasão da Manchúria (Manjuria é uma vasta região no leste da Ásia que atualmente inclui o extremo nordeste da China, também chamada de Manchúria Interior e uma parte da Sibéria.), invasão pelos japoneses, e foi incompetente para frear as ambições de Hitler que acabaram resultando na Segunda Guerra Mundial.
Quando a segunda Guerra mundial estava quase no fim, 50 nações se reuniram novamente na tentativa de criar outra vez, uma organização que servisse de intermediária para negociar as diferenças entre países sem que essas diferenças resultassem em conflitos armados, cataclismos de novo. Então eles repaginaram a Liga das Nações e batizaram ela de Organização das Nações Unidas, ou ONU.
O chefe da ONU, tem o título de Secretário Geral. O Secretário Geral é nomeado pela Assembleia Geral depois de ter sido recomendada pelo Conselho de Segurança, e uma vez eleito, ele cumpre um mandato de cinco anos, podendo ser reeleito uma vez. Desde a criação, a ONU teve nove Secretários Gerais. Vamos a eles:
O primeiro foi um norueguês do partido trabalhista de longa data e fã pessoal de Lenin:
O segundo foi um sueco que considerava Zu em Lay uma boa pessoa. Se você não sabe quem foi Zu em Lay, foi um dos homens de confiança de Mao Tse Tung, e atuou como primeiro ministro de Mao, entre 1949 e 1976, e Zu junto com Mao Tse Tung foi um dos responsáveis pela morte de mais de 50 milhões de pessoas, que morreram na China entre 1958 e 1961, bem debaixo do nariz da ONU:
O terceiro Secretário Geral da ONU, foi um político de Miammar, chamado U Thant, que defendia um governo mundial e chegou a falar que estava tudo bem com relação ao extermínio promovido pelo genocida Lenin, na União Soviética, e dizendo que a política socialista russa estava alinhada às diretrizes da carta da ONU:
De 72 a 81, a ONU foi chefiada pelo austríaco Kurt Waldhein. Kurt tinha atuado, ou seja, foi oficial do exército nazista durante a segunda guerra mundial, mas isso foi convenientemente esquecido enquanto ele ocupou o cargo de Secretário Geral da ONU. Além de admirador da União Soviética, Kurt também era outro fã do chinês maníaco Zu em Lay.
Entre 88 e 91 a ONU foi comandada pelo peruano Javier Pérez de Cuellar, um marxista que defendia a redistribuição da riqueza mundial. Cuellar foi sucedido pelo egípcio Boutros Ghali. Para Boutros a ONU deveria ter prioridade política absoluta e exclusiva da soberania de todas as nações do planeta. A ONU deveria ser um governo acima do governo do seu país (exemplo: do seu/nosso Brasil).
Entre 97 e 2006, o cargo de Secretário Geral passou a ser ocupado por Kofi Annan, e ele foi outro famoso por atacar o conceito de soberania nacional, e chegou a ser acusado de ser conivente com os massacres que ocorreram na Bósnia e em Ruanda. Quando Kofi Annan deixou o cargo, ele entregou a cadeira para o sul coreano Ban Ki Mon. Ban Ki Mon colocou na gaveta as discussões sobre a proliferação de armas nucleares no Irã e na coreia do Norte, criticou a política de Israel e adotou como prioridade as questões relacionadas ao aquecimento global.
Onde quer que ele esteja hoje, Ban Ki Moon deve estar aplaudindo de pé o surto dramático da adolescente psicótica Greta, que provavelmente não tem tomado suas medicações direitinho.Finalmente, nós temos o atual Secretário Geral da ONU; o português Antônio Guterres, que está no cargo desde 2017. Guterres, é membro do partido Socialista de Portugal desde 1973 e ele presidiu a Organização Internacional Socialista em 1995 e 2000, ou seja, dos nove sujeitos que já sentaram na cadeira de Secretário Geral da ONU, de 1945 até hoje 2019, todos eles, sem exceção estavam alinhados à esquerda mundial.
Enquanto a direita se preocupava em produzir dinheiro e pagar as contas em seus países, a esquerda dominava o contexto sócio cultural em posições chave no mundo todo como a ONU, e eles difundiam essa agenda ideológica, como se ela fosse uma pauta legítima e a esquerda infelizmente foi muito bem sucedida nisso.
Desde a primeira Assembléia da ONU, realizada em 1947 o Brasil tem tido o privilégio de realizar o primeiro discurso dos encontros. Essa não é uma regra escrita, mas se tornou uma especie de tradição. Ninguém sabe ao certo porque, mas é assim que tem sido. Este ano coube ao nosso presidente eleito, Jair Bolsonaro, fazer o pronunciamento da abertura da 74ª Assembléia Geral da ONU, e aí, sorria, aí começa o nosso dia histórico.

Em um discurso de 30 minutos, claro e objetivo, Bolsonaro deu ao mundo uma aula magistral de democracia, liberdade econômica, liberdade de expressão, direitos humanos e soberania nacional. Ele expôs toda a nudez imaginável as ditaduras de esquerda da América latina. Desmontou o Foro de São Paulo, e sua organização criminosa que quer destruir o nosso país, entre outros países, e posicionou-se firmemente no combate à criminalidade, tecendo elogios mais que merecidos para o nosso grande herói nacional, Sérgio Moro.
Bolsonaro não se restringiu a falar de coisas abstratas e vagas. Ele deu nome para os bois, ele colocou o dedo na ferida de situações concretas, citando nomes, grupos, partidos e agentes históricos que precisam ser expostos e desmascarados de uma vez por todas. O discurso dele reposicionou o norte ideológico do Brasil e deve servir junto com o pronunciamento do presidente Trump como um divisor de águas, para resetar o próprio sentido e a natureza da ONU. A ONU deveria ser uma instituição que atuaria como uma luz para o mundo, mas ela se tornou uma ONG que trabalha para promover o Socialismo e tudo de ruim que o socialismo representa.
Tem um filme que eu adoro, chamado Whatchman, e nesse filme existe um personagem chamado Rorschac. Rorschac é um sujeito miúdo, magro, franzino, e uma das principais características do herói Rorschac, é a convicção moral dele. Ele tem uma moralidade inabalável, inegociável. Para ele, o que é certo é certo; o que é errado é errado, independente das consequências que isso pode ter para ele mesmo.
Em determinado momento do filme, o Roschach é colocado em um presídio, acusado injustamente de um crime que ele não cometeu. Os presos lá ficam alvoroçados. Rorschach é o herói que colocou a maioria deles ali, e agora Rorschach estava encarcerado com eles.
E os presos, eram em número bem maior. Aí, os presos começam a comemorar dizendo que eles iriam acabar com o Rorschach. Enquanto eles tentam o primeiro golpe na fila do almoço, o Rorswchach reage com uma violência tremenda; neutraliza o atacante e avisa, numa das frases mais clássicas do filme: "parece que vocês não entenderam. Eu não estou preso aqui com vocês; são vocês que estão presos aqui comigo"...
Quando Bolsonaro iniciou o discurso dele na ONU, eu vi a instituição de lobos que é a ONU, achar que estavam levando um cordeirinho para o sacrifício. Um cordeirinho brasileiro. E foi assim que Bolsonaro se posicionou meio como Rorschach, ele subiu lá, e nos olhos dele dava para poder enxergar a frase: "vocês acham que eu vim aqui, e eu sou uma ovelha que tem medo de lobos. Não, eu não sou uma ovelha. Vocês são as ovelhas. Eu sou um leão. E agora, vocês estão presos aqui comigo".
E o que se seguiu foi um clímax, um êxtase de coragem, honra, sabedoria e alma lavada, como jamais vi na minha vida. Nós fizemos história. E se você viu, ou leu, ou ouviu alguma opinião diferente disso por aí, na grande mídia, é bom que você entenda de uma vez por todas: está mais do que na hora da gente acabar com esse teatrinho de criminosos indecentes, que se escondem por traz da fachada de jornalista, para fazer uma militância absurda, favorável e apoiando um tipo de regime político ideológico que é uma desgraça.
Esses imbecis desses jornalistas, devem ser tratados como militantes e essa maluquice, esse descaramento, tem que ser exposto publicamente com todas as palavras. Sejam como o nosso presidente; tenham coragem para assumir a soberania sobre a vida e o destino deste país. Não seja mais um banana ou entreguista, e se você for, eu acho prudente te avisar: nós somos mais de 57 milhões de leões, e nós vimos para ficar. Um abraço, e até a próxima
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| Alessandro Loyola |
COMENTÁRIO FINAL:
Conforme podemos observar, a esquerda socialista sempre esteve presente na ONU, recebendo dinheiro dos países associados, mas sem prestar o serviço devido. É assim que essa esquerda desonesta e enganosa trabalha. Nós, brasileiros, patriotas, conhecemos muito bem essa artimanha mentirosa, corrupta e antipatriota desses esquerdalhas. Já estamos cansados disso. Não suportamos mais. Isso tem que chegar ao fim.
Nossa vantagem, é ter agora um governo de direita, Bolsonaro, e também acreditar em Deus, coisa que eles (de esquerda) não acreditam, e até destroem nossos símbolos e valores mais sagrados quando podem, como por exemplo, na chamada "Teologia da Libertação", que nada mais é do que uma infiltração do comunismo dentro da Igreja Católica, para destruir nossa fé, enganando os devotos inocentes e desavisados.
É por força de Deus, que suportamos essa ação egocêntrica e satânica desses militantes da esquerda, que infernizam nossas vidas. É fácil observar os comportamentos da direita pacífica e da esquerda canalha. Não sei qual será o desfecho disso tudo, e quanto tempo ainda vai durar. Mas a sabedoria da Bíblia sagrada nos diz o seguinte:
Depois, Deus voltará sua atenção para os governantes - os "reis de toda a terra habitada. Eles serão destruídos junto com todos os perversos na guerra do grande dia de Deus, o Todo Poderoso", também chamada "Armagedom" - Apocalipse 16:14, 16.
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS !




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