Fevereiro, 2020 (apenas para direcionar nossa atenção ao tempo). Gira Mundo, é também apenas um Sofisma de composição de linguagem, ou seja, um conceito intrigante, para não dizer desafiante; presente mais propriamente nas leis econômicas, diz respeito ao sofisma de composição. Trata-se de uma forma de amenizar aquilo (o assunto) que gostaríamos de rotular como "Mundo Cão", para a realidade que vamos divulgar.
Por que rotular o assunto dessa forma tão hostil? Devido ao depoimento de uma médica Tcheca que se encontra trabalhando na Alemanha. Ela é anestesiologista e trabalha num hospital de Munique. Seu nome não foi divulgado, mas a sua carta com seu depoimento, viralizou nas Redes Sociais. Alguns incrédulos, ou antagonistas de plantão (sem base alguma), dizem tratar-se de "Fake News", porém os fatos relatados são verdades sim.
Não acredita? Ainda duvida? Então pesquise no Youtube por depoimentos e notícias sobre várias situações na França e Alemanha, e poderá constatar ocorrências muito piores do que relatado por essa médica. Algumas pessoas até rotulam como sendo tempos apocalípticos que estamos vivendo, comparação essa que também faz sentido. Sem mais delongas vamos ao relato da médica Tcheca, cujos detalhes, por si só, passam credibilidade:
"... Na Alemanha as pessoas já não suportam mais os muçulmanos. Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e em outros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais. Muitos muçulmanos estão recusando ser tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, mulheres, estamos nos recusando a trabalhar entre africanos especialmente.
As relações entre a equipe e os migrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, migrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por policiais. Muitos migrantes têm AIDS, sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas que, aqui na Europa, nem sabemos como tratar. Se receberem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva à explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças.
Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: - Então, curem-nas vocês! Portanto, a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias. Só podemos perguntar: - Onde estão todos aqueles que, nas estações de trem e na frente das câmeras de TV, mostram cartazes de boas-vindas?
Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já estão aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles. Até agora, o número de desempregados, na Alemanha, era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não empregável. Um mínimo deles tem alguma educação.
E mais: suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos, desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar, e a Alemanha reabrir suas fronteiras, eu voltarei para minha casa na República Tcheca. Ninguém vai poder me segurar aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para a África ou Oriente Médio.
Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo seu serviço há anos, por 800 Euros, e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, se alteram.
Eu realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Tcheca. Se os alemães, com seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contato com eles pode ter uma ideia de que espécies que são, especialmente da África, e como os muçulmanos agem com soberba religiosa sobre a nossa equipe.
Por ora, nosso pessoal ainda não foi reduzido, em consequência das doenças trazidas para cá, mas com centenas de pacientes todos os dias, isso é apenas uma questão de tempo. Num hospital perto do Rheno, os migrantes atacaram a equipe a facadas, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses, que estava à beira da morte, arrastado através de meia Europa, durante três meses. A criança morreu, depois de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados, numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI.
Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós ficamos sabendo por e-mail. O que teria acontecido a um alemão, se ele tivesse esfaqueado um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse jogado sua própria urina, infectada por sífilis, no rosto da enfermeira e a ameaçado de contaminação? No mínimo, iria ser preso imediatamente e depois processado. Com esse povo, até agora nada aconteceu..."
FINALIZANDO:
Eis o teor do desabafo desta profissional, que nos pode dar uma ideia do que está sendo preparado, como futuro, através da multiculturação e por que não, da globalização, que está sendo impingida aos povos do Velho Continente, principalmente na Alemanha. Uma coisa é solidariedade, e a outra é a ingenuidade ou então, pode ser também resultado de uma política nefasta, genocida e perversa.
A mesmíssima coisa, alguns políticos canalhas e corruptos, estavam querendo implantar nas Américas do Norte e do Sul. Felizmente essa ameaça foi barrada por Donald Trump e por nosso presidente Jair Bolsonaro, que não assinou um tratado de imigração em massa, de muçulmanos para o Brasil. Milagre, alcançado como dádiva divina, a um país Tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza. Acreditem nisso.
VÍDEO: prestem atenção nas palavras dessa mulher de cor negra, defensora da Alemanha:
VÍDEO: militantes baderneiros na França:
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